Chamada falta de tempo.
Falta-me o tempo para tudo que se diga.
Até adormecer tem se tornado uma coisa rara, e instantânea.
O dia surge e logo se acaba. Junto com ele as lembranças insatisfeitas e desnecessárias que a mente guarda durante as longas horas do dia - que agora me parecem cada vez mais curtas.
Estou sentindo o envelhecer nos meus olhos. O corpo está cansado. Tem passado pelo processo de deteorização que faz com que a sensação de velhice seja precoce. E dessa forma vem as dores, as marcas, o cansaço, e mais outros.
O dia corre, a noite é curta, os sonhos não acontecem de maneira saudável - aliás, quem foi que disse que o própio sono acontece saudável? E assim mais outro dia, até o final de semana. Que inevitávelmente é disperdiçado dormindo.
Como levar um vida saudável dessa forma? Se não estudarmos, não trabalharmos, não seremos nada nessa vida, nesse mundo. (A não ser que, para meu conforto meus pais tenham acumulado furtunas, o que realmente não aconteceu).
E com este post inútil, desperdicei 5 minutos.
Veja só, é tudo de uma constante chamada falta de tempo.
Devido a esse fato, não corrigi e não corrigirei os erros de português.
Aliás, não vai acontecer nem uma releitura.
Clichê :*
domingo, 21 de março de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Primeiro Parágrafo
Está calor, muito calor. E com ele evaporaram-se todas as coisas das quais eu já não tinha necessidade de ter. Está certo que apenas se tornaram gás e se perderam por aí no começo de fevereiro, e não no inicio de 2010 como havia planejado. Entretanto, reencontraram o inicio e teve-se o fim. E apesar do constante calor, sinto-me leve. Passarinho a sair do ninho rumo à vida nova e independente. O futuro é tão incerto, mas isso só me dá água na boca. Tenho planos, metas e objetivos como qualquer um. Mas se eu não atingi-los pouco me importa, contanto que este ano seja completamente diferente dos outros dois anos e meio.
Sou a mesma Leidy, só que com uma diferença: eu estou livre.
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